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Brasão da PUC-Rio

Como atuamos

O Parque de Inovação da PUC-Rio está apoiado na visão de futuro em que a universidade atua como verdadeiro catalisador de sinergias no território onde está localizada, conectando atores da Hélice Quíntupla (governo, academia, empresas, sociedade civil e terceiro setor) para gerar impacto social, econômico e sustentável.

Diagrama circular da hélice quíntupla, mostrando todos os atores de forma conectada

O Parque segue um modelo de governança e articulação territorial que promove a inovação aberta, o desenvolvimento de soluções inteligentes e a prosperidade compartilhada, na forma de Legado.

A concentração geográfica de empresas e organizações se dá em setores relacionados chamados de Polos de Sinergia - que apoiam uma mesma cadeia de valor e geram impacto local escalável.

O compartilhamento de infraestruturas, recursos, fomentos e talentos encontra no Polo de sinergia seu terreno mais fértil, embasando a matriz de desenvolvimento orgânico do próprio território.

A localização conjunta de negócios no território induz a criação de parcerias, empreendedorismo e transferência de conhecimento. Esse ambiente multidisciplinar abre condições para surgir uma Inteligência Territorial e passa a ser estimulado pela coopetição e inovação.

A partir da Inteligência Territorial, projetos patrocinados podem ali florescer e incluir ainda a cooperação com outras regiões da cidade, promovendo prosperidade compartilhada e deixando legado.

Polos de Sinergia

O Polo organiza relações de longo prazo — não projetos isolados — a serem desenvolvidas por instituições estratégicas em uma parceria robusta e permanente. Conheça os polos já em desenvolvimento:

Polo Inteligência da Natureza

PARCEIROS-ÂNCORA

PUC-Rio (Governança), CEBRI, Jardim Botânico e Embrapa Solos.

FOCO E ATUAÇÃO

Este polo tem foco na capacidade de transformar sistemas naturais em inteligência estratégica, a partir do olhar para: Biodiversidade, Clima, dados ambientais, tecnologia (IA, sensoriamento, modelagem) e saberes territoriais.

Visa gerar soluções para / Temas:

• Adaptação climática

• Bioeconomia

• Políticas públicas baseadas em evidências

• Sustentabilidade Urbana

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Polo Inteligência da Cultura

PARCEIROS-ÂNCORA

PUC-Rio (Comissão de Cultura, Corredor Cultural Gávea do Rio), Apple Developer Academy, School of Rock, Escola Música & Negócios, Planetário da Gávea/ Teatro Domingos de Oliveira, Shopping da Gávea.

FOCO E ATUAÇÃO

A Cultura é um setor chave na economia, pois é uma força estratégica para o desenvolvimento local, fortalece vínculos comunitários, protege memórias e gera trabalho e renda. É um setor pujante no território Gávea-entorno.

O Polo nasce com a missão de transformar o território da Gávea e seu entorno em um laboratório vivo de economia criativa. Atua como uma plataforma multilateral, conectando grandes empresas, instituições de ensino (como a PUC-Rio), o governo municipal e a classe artística.

Nosso objetivo é posicionar a cultura carioca não apenas como entretenimento, mas como um motor central de desenvolvimento econômico.

Visa gerar soluções para / Temas:

• Co-desenvolvimento de soluções inovadoras

• Criação de novos modelos de negócio, produtos e serviços

• Geração de emprego e renda

• Inovação tecnológica aplicada à economia criativa

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Polo Inteligência em Saúde

PARCEIROS-ÂNCORA

PUC-Rio (Departamento de Medicina e Saúde, Escola Médica de Pós-Graduação/ Casa da Medicina), Hospital Miguel Couto, Hospital São Francisco na Providência de Deus e Ministério da Saúde.

FOCO E ATUAÇÃO

O polo tem foco em gerar soluções inteligentes em HealthTech e Biotecnologia, com impacto social e no Complexo Econômico da Saúde (CEIS). Plataforma de desenvolvimento tecnológico para SUS mais eficiente. Apoio ao empreendedorismo em saúde.

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Energia e Indústria

PARCEIROS-ÂNCORA

PUC-Rio (Instituto Tecgraf, Instituto ECOA, Instituto de Energia, Instituto de Mobilidade e Energias Sustentáveis e laboratórios), CEBRI, Petrobras/ CENPES e Shell.

FOCO E ATUAÇÃO

Sob a governança acadêmica da PUC-Rio, tem foco central nas demandas estratégicas do setor energético, integrando ciência de ponta e inovação tecnológica.

A atuação conjunta com parceiros estratégicos — empresas, startups, centros de pesquisa, governo e agências reguladoras — permite alinhar pesquisa aplicada a desafios reais, fortalecendo o ecossistema local e nacional.

As soluções geradas por esse polo incluem o desenvolvimento de tecnologias e métodos avançados (gêmeos digitais, inteligência artificial aplicada a reservatórios e operações, sensores inteligentes e sistemas de monitoramento), novos modelos de negócio e estratégias para a transição energética, além de soluções voltadas à redução de impactos ambientais, gestão de riscos e compliance regulatório.

O polo também fomenta programas de capacitação, projetos patrocinados de P&D, provas de conceito e pilotos em ambiente real, bem como a criação de ativos de legado, como plataformas tecnológicas, bases de dados, protocolos e conhecimento compartilhado.

Visa gerar soluções para / Temas:

• Transição energética

• Descarbonização

• Eficiência operacional

• Descomissionamento, segurança e integridade de ativos

• Digitalização e automação de processos

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Pró-Impacto

PARCEIROS-ÂNCORA

MPRJ, Fundação Darcy Vargas, Faperj, Centro Yunus, Donut Brasil

FOCO E ATUAÇÃO

Projetos territoriais estratégicos (Juventude Climática/Morte Zero/MPRJ, Fábrica/FDV, LUVAS etc.), conectando inovação, território e impacto socioambiental;

Instâncias de governança/posicionamento em inovação para impacto (CENI-RJ, 5 LINEs FAPERJ, Centro Yunus);

Eventos e trilhas formativas voltadas a empreendedorismo, finanças regenerativas e negócios de impacto (Festival Regenera / calendário FAPERJ, Desafio empreendedor Donut Yunus-AAA).

Articulação com a agenda de extensão e desenvolvimento local (metodologias engajadas, living labs, quádrupla hélice, juventudes, favelas, territórios costeiros e portuários).

Visa gerar soluções para / Temas:

• Aumento da empregabilidade qualificada

• Incentivo ao empreendedorismo cívico socioambiental

• Produção de tecnologias sociais.

pROJETOS EM ANDAMENTO

Objetivo principal é instalar uma cultura de prevenção e sustentabilidade humana por meio da formação de lideranças climáticas jovens (14–25 anos), articulada ao histórico Programa Morte Zero, focado na prevenção de desastres socioambientais.

Visa, no piloto em Petrópolis, capacitar jovens para diagnósticos territoriais, protocolos de resposta, tecnologias sociais e incidência em políticas públicas, com foco inicial em Petrópolis e Região Metropolitana do RJ.

Públicos-alvo são:

Jovens de 14 a 25 anos, especialmente estudantes de EF II e EM da Região Metropolitana do RJ, com foco em Petrópolis e territórios de alta vulnerabilidade (áreas de risco geológico, favelas e periferias);

Universitários da PUC-Rio de diversos cursos (com ênfase em Comunicação e Direito), atuando como mentores e pares em metodologias peer-to-peer e

Lideranças comunitárias, intelectuais, pesquisadores e rede ampliada de atores de defesa civil, assistência social, saúde coletiva e meio ambiente.

Parceiros institucionais são:

Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), como coordenador institucional do Programa Morte Zero e hub de governança climática.

PUC-Rio (CCPIN/VRDI e Departamento de Arquitetura e Urbanismo), responsável pela coordenação técnica, metodológica e mobilização do capital intelectual.

Redes e organismos internacionais (ONU-Habitat e outros fóruns em que o MPRJ já apresenta o Morte Zero).

Associação Comercial do estado do RJ, do município do RJ, Firjan, empresa Opção, Águas do Imperador, empresas de ajustamento de conduta socioambiental.

Visa acelerar o impacto social na Zona Portuária, transformando a região em polo de inovação, educação e economia criativa negra, enfrentando gentrificação e desigualdades geradas por grandes obras urbanas como o Porto Maravilha.

Operar como ecossistema de três eixos: formação cidadã, incubação de negócios de economia criativa negra e observatório de inovação social com dados de impacto.

Públicos-alvo são de jovens da região portuária, atendidos pela Fundação Darcy Vargas e pelo LABEC (projetos de vida, cidadania e educação de alta performance); empreendedores e empreendedoras de economia criativa negra na Pequena África (incubação e aceleração de negócios) e comunidade escolar e atores locais interessados em projetos de desenvolvimento territorial com base em cultura, patrimônio e inovação social.

Parceiros institucionais:

Fundação Darcy Vargas (FDV), com forte enraizamento territorial e histórico educacional relevante (alta média de redação ENEM, zero evasão, elevada taxa de ingresso em universidades).

PUC-Rio (Casa de Inovação, laboratórios e equipe multidisciplinar), aportando metodologias de avaliação de impacto, inteligência científica e conexão com o Parque de Inovação.

Potenciais financiadores como CAIXA e BNDES, com foco em investimento urbano aliado à inclusão social e estratégias ESG.

Visa a criar um laboratório vivo de educação ambiental e sustentabilidade na bacia do rio Rainha e entorno (Gávea, Rocinha, Parque da Cidade, Lagoa Rodrigo de Freitas, Ipanema e Leblon), promovendo desenvolvimento de triplo impacto (ambiental, social, econômico).

Também busca desenvolver uma visão compartilhada de futuro sustentável para o território, com ações de educação ambiental, turismo sustentável, economia local e monitoramento participativo de recursos hídricos.

O projeto nasce na interface Casa de Inovação / Parque de Inovação Social PISTA / Mestrado Profissional em Ciência da Sustentabilidade, com histórico de trabalhos em Gávea, Rocinha e Vale da Gávea.

Articula quádrupla hélice (universidade–governo–empresa–sociedade civil) e metodologias engajadas de desenvolvimento local e living lab.

Os públicos-alvo são:

Alunos da PUC-Rio (graduação e pós, especialmente Geografia, Meio Ambiente, Administração, Sustentabilidade, Química e Educação) em atividades de ensino, pesquisa e extensão;

Moradores e usuários dos territórios envolvidos (Gávea, Rocinha, Vidigal, Vila Parque da Cidade, Lagoa, Ipanema, Leblon), incluindo pescadores, esportistas, comerciantes, escolas públicas e privadas;

Lideranças locais, colônias de pescadores, associações de moradores e empreendedores de turismo e economia criativa.

Parceiros institucionais

Departamento de Geografia e Meio Ambiente (proponente FAPERJ do projeto fundante), com equipe multidisciplinar de docentes e pesquisadores.

Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara (CBH-BG), Prefeitura do Rio (Secretaria de Ciência e Tecnologia, Fundação Rio-Águas) e Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS).

Fundação Grupo Boticário e organizações como CIEDS/PISTA, entre outros parceiros em construção.

5 LINEs FAPERJ:  Os cinco projetos/LINEs aparecem como linhas estratégicas vinculadas à FAPERJ (educação ambiental, territórios inteligentes, inovação social etc.), posicionando a PUC-Rio como protagonista em agendas de sustentabilidade e impacto em diferentes territórios (Rocinha, Vale da Gávea, bacias hidrográficas, juventudes).

CENI-RJ – Comitê Estadual de Investimentos e Negócios de Impacto; Comitê instituído por decreto estadual com finalidade de propor, monitorar, avaliar e articular a Estratégia de Investimentos e Negócios de Impacto no estado, em conexão com a estratégia nacional.

Centro de Estudos Yunus (selo exclusivo no Brasil; sendo que a PUC-Rio detém o selo exclusivo de Centro de Estudos Yunus no Brasil, posição que a credencia como referência nacional em negócios sociais e finanças de impacto, embora ainda sub-ativada como instância articuladora do ecossistema. Esse ativo se conecta diretamente ao desafio empreendedor “Donut Yunus” e ao calendário de impacto apoiado pela FAPERJ.

Calendário de Impacto (junho–outubro); a agenda envolve aponta um “Festival Regenera” com quatro trilhas: finanças regenerativas, territórios e cidades, negócios e inovação, educação/cultura regenerativa, apoiado por recursos FAPERJ.

O evento pretende articular universidade, cultura e negócios sociais, com webinário internacional de lançamento (julho, pós-Copa) e evento presencial em outubro (datas indicativas 21 e 22), conectando o Parque de Inovação, a Casa de Inovação e redes internacionais (Donut Brasil, Yunus, museus e redes culturais).  Desafio empreendedor Donut Yunus prevê uma chamada nacional de negócios de impacto, trilha de aceleração híbrida (remota assíncrona + atividades presenciais) focada em impacto e finanças, com culminância em pitches, matchmaking com investidores e premiações simbólicas a depender de patrocínio captado.

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